
O exame é um importante aliado na investigação de alterações do aparelho digestivo e pode ser indicado pelo médico diante de sintomas persistentes ou recorrentes, auxiliando no diagnóstico de diversas condições.
Sabe aquela queimação chata que insiste em aparecer depois do almoço ou aquela dorzinha na boca do estômago que virou quase uma rotina? Muita gente prefere ignorar ou tomar um antiácido por conta própria, mas o corpo costuma dar sinais claros de que algo não vai bem. Para se ter uma ideia, dados da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) mostram que cerca de 30% da população do país convive com o refluxo gastroesofágico de forma recorrente. Quando o desconforto vira companheiro diário, a endoscopia surge como a principal ferramenta para descobrir o que de fato está acontecendo.
Na UniClínica BH, o exame é um dos caminhos mais indicados para mapear o aparelho digestivo e entender a origem de sintomas que teimam em não ir embora. O procedimento permite olhar bem de perto o esôfago, o estômago e o duodeno, ajudando a identificar desde uma inflamação simples até problemas mais delicados. Segundo Leonardo Silveira Rocha, da Clínica Acor UniClínica BH, o grande erro é deixar para procurar ajuda apenas quando a dor se torna insuportável.
“Muitas pessoas convivem com a queimação e a dor por meses, achando que é apenas um mal-estar passageiro causado por algum alimento. No entanto, a persistência desses sintomas é o principal sinal de alerta. A endoscopia entra justamente para trazer respostas claras, permitindo que a gente identifique a raiz do problema antes que ele se agrave”, explica o profissional.
Na prática, o exame é fundamental para diagnosticar o que está por trás do mal-estar, como gastrites, úlceras e o próprio refluxo, além de ser essencial na prevenção e descoberta precoce de doenças mais graves. Todo o processo é feito de maneira rápida e com uma sedação leve, garantindo que o paciente não sinta nenhuma dor ou desconforto durante a avaliação. Se necessário, o médico consegue até coletar pequenas amostras na hora para uma análise mais detalhada.
Geralmente, o sinal de alerta acende quando os incômodos duram mais de duas semanas ou vêm acompanhados de outros problemas, como dificuldade para engolir, perda de peso sem explicação ou vômitos. Leonardo Silveira Rocha reforça que ter um diagnóstico certeiro muda completamente a qualidade de vida e devolve o alívio para a rotina de quem sofre com o estômago.
“O grande diferencial de um exame bem indicado é a possibilidade de traçar uma abordagem terapêutica eficaz e personalizada. Descobrir se a azia frequente é uma esofagite ou uma úlcera, por exemplo, muda todo o manejo clínico. Cuidar da saúde digestiva é devolver o prazer de comer e a tranquilidade para o dia a dia do paciente”, finaliza.
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Fonte: Leonardo Silveira Rocha — Clínica Acor Uniclínica






